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terça-feira, 30 de agosto de 2011


NASA construirá primeira usina nuclear para a Lua e Marte

Redação do Site Inovação Tecnológica - 30/08/2011
NASA construirá primeira usina nuclear para a Lua e Marte
Dois conceitos de reatores nucleares espaciais, um móvel e outro fixo.[Imagem: NASA]
Energia nuclear no espaço
Reatores nucleares para uso espacial não são exatamente uma novidade. Sondas espaciais de longa distância usam-nos há décadas.
robô marciano Curiosidade, ou MSL (Mars Science Laboratory), será alimentado por seu próprio reator nuclear.
Em 2008, a NASA anunciou planos para desenvolver o projeto de uma usina nuclear na Lua.
Agora parece que os planos vão começar a sair do papel, com o agendamento para 2012 da construção de uma "Unidade de Demonstração Tecnológica" de um reator nuclear espacial.
A notícia foi dada pelo coordenador do projeto, professor James E. Werner, do Laboratório Nacional Idaho, nos Estados Unidos.
NASA construirá primeira usina nuclear para a Lua e Marte
Este é um reator nuclear espacial real, já utilizado pela NASA em missões como o robô Curiosidade e a sonda Cassini. [Imagem: NASA]
Reator nuclear espacial
A ideia é, a exemplo do reator multipropósito que a NASA usa em suas sondas e robôs espaciais, construir uma usina multipropósito que possa ser usada em futuras explorações espaciais, não apenas na Lua, mas também em Marte e mesmo em asteroides.
Embora o princípio de funcionamento de um reator nuclear espacial seja o mesmo dos reatores nucleares convencionais, sua baixa potência e miniaturização o tornam um tanto diferente.
"As pessoas nunca reconheceriam o sistema de energia por fissão como um reator de energia nuclear," disse Werner. "O reator em si tem cerca de 50 centímetros de largura por 75 centímetros de altura, aproximadamente do tamanho de uma mala."
Sistemas de energia de fissão dependem da energia gerada pela fissão do núcleo de átomos - o calor gerado na reação é usado para criar vapor e girar uma turbina, que produz a eletricidade.
Embora miniaturizado, o reator nuclear espacial terá todos os principais componentes de um sistema de um reator nuclear terrestre: uma fonte de calor, o sistema de conversão de energia - o gerador propriamente dito -, a dissipação do calor excessivo e a distribuição da energia.
Mas também há diferenças.
"Embora a física seja a mesma, os baixos níveis de potência, o controle do reator e o material utilizado para a reflexão de nêutrons de volta para o núcleo são completamente diferentes," disse Werner. "O peso também é um fator significativo, que deve ser minimizada em um reator espacial, algo que não é levado em conta em um reator comercial."
NASA construirá primeira usina nuclear para a Lua e Marte
O robô Curiosidade, que será enviado a Marte até o final deste ano, tem seu próprio reator nuclear. [Imagem: NASA]
Fontes de energia no espaço
energia solar e as células a combustível têm dominado a geração de eletricidade para satélites, sondas e naves espaciais.
Mas, com o avanço da exploração espacial, haverá situações onde elas não darão conta do recado.
Os painéis solares são ótimos para satélites artificiais em órbita da Terra e sondas em missões não muito distantes, embora a sonda espacial Juno esteja indo a Júpiter usando os maiores painéis solares já lançados ao espaço.
As células a combustível, por sua vez, precisam de um reabastecimento mais contínuo, ou de formas de exploração de hidrogênio no espaço, que ainda não existem.
Já os reatores nucleares podem gerar energia de forma constante, sem depender de uma orientação precisa em relação ao Sol e com uma necessidade muito menor de reposição do combustível.
"A maior diferença entre a energia solar e os reatores nucleares é que os reatores nucleares podem produzir energia em qualquer ambiente," explicou Werner. "Um sistema de fissão nuclear na Lua poderia gerar 40 kilowatts ou mais de energia elétrica, aproximadamente a mesma quantidade de energia necessária para alimentar oito casas na Terra."
Além disso, um sistema de energia de fissão poderia funcionar em qualquer local como em crateras, cânions e cavernas, os locais mais considerados para a construção de bases espaciais pela proteção que ofereceriam aos astronautas em relação à radiação espacial.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011


Suposto OVNI é filmado na Sibéria


Dois dias antes foram vistas luzes no céu
Um vídeo gravado na remota região de Irkutsk (Sibéria, Rússia) mostra o que seria um disco voador pousado. Além disso, apareceriam nas imagens cinco alienígenas ao lado da nave.

O vídeo foi revelado dois dias após estranhas luzes no céu de Bayanday, também em Irkutsk, chamarem atenção dos moradores.

domingo, 28 de agosto de 2011

OVNI em forma de charuto filmado pela ISS sobre o Furacão Irene (Atualização: 28/8/2011 – 21h50min)

28/08/2011
Atualização: 28/8/2011 - 21h50min
Encontramos este segundo vídeo do evento, o qual mostra que o objeto não era algo grande que passava entre a ISS e o Furação, mas sim um pequeno objeto de comportamento suspeito, o qual passou entre a câmera e a Estação Espacial. Seja o que for, é no mínimo interessante.
Veja:

Fonte do vídeo: 
n3m3
——————
28/8/2011 – 00h03min
Como todo o desastre natural não pode passar sem o avistamento de um OVNI, estava faltando este vídeo interessante gravado por um telespectador dos EUA, onde um OVNI em forma de charuto passa à uma incrível velocidade abaixo da Estação Espacial Internacional (ISS), sobre o Furacão Irene.
Apesar de ser um OVNI, pois não foi identificado, pode se tratar de lixo espacial que voava à um diferente vetor da Estação Espacial, assim parecendo se deslocar rapidamente quando comparado à ISS.
O ponto interessante do vídeo está nos 56 segundos, onde pode-se notar no canto superior esquerdo o objeto passando rapidamente.
Assista o vídeo e conclua você mesmo:


Fonte do vídeo: 

sábado, 27 de agosto de 2011


Astronautas sabem que nunca estiveram sós no espaço


Veteranos da NASA e da Agência Espacial Russa afirmam terem visto UFOs ou a certeza da existência de ETs.

Seus olhos contemplaram coisas muito além do que possa imaginar a maioria dos mortais. Alguns colocaram os pés na Lua ou realizaram caminhadas espaciais, outros deles dizem que também viram extraterrestres ou que têm a certeza de que existem. Uma série de astronautas russos e norte-americanos com missões no espaço exterior vêm mantendo, há anos, não só afirmações da presença de alienígenas, como inclusive garantem que contatos já tiveram sucesso.

O pioneiro deles foi o coronel Gordon Cooper, que na década de 60 bateu o recorde estabelecido naquele momento ao permanecer 34 horas seguidas em órbita. Até sua morte, ocorrida em 2004, sustentou ter tido vários encontros com UFOs. O primeiro teria sido na Alemanha em 1951, quando voou junto a um esquadrão deles. “Eram infinitamente mais rápidos que nossos caças e voavam bem mais alto. Deslocavam-se a uma velocidade supersônica”, declarou.

Outro, ocorrido no deserto de Mojave, Califórnia, consistiu na aterrissagem de uma pequena nave a poucos metros dele. Em 1978, reafirmou diante de um grupo de assessores da ONU, presidida pelo então secretário geral Kurt Waldheim: “Creio que… veículos extraterrestres e suas tripulações estão nos visitando a partir de outros planetas, e que estão tecnicamente um pouco mais avançados que nós. Considero que precisamos de um programa de alto nível para recolher e analisar a informação referente a qualquer tipo de contato, e para determinar a melhor maneira de nos relacionarmos amistosamente com estes visitantes”, declarou Cooper na época.

“Em nenhum momento os astronautas estiveram sozinhos no espaço, sempre tiveram uma constante vigilância pelos UFOs”, precisou Scott Carpenter, um dos colegas de Cooper no programa Mercury.

O contato ocorreu há décadas

No início de julho, a Agência Espacial Norte-Americana (NASA) tornava público que tinha denunciado um de seus antigos astronautas porque este pretendia vender uma câmera usada na missão Apolo 14 [Veja NASA está processando ex-astronauta]. Seu nome é Edgar Mitchell, foi o sexto homem a calcar a Lua, o que mais tempo caminhou sobre ela e, curiosamente, durante anos garante que o acidente de um UFO em Roswell – onde cresceu – foi real e o contato com extraterrestres já se produziu há décadas. “Sou o suficientemente privilegiado para saber e possuir verdadeira ciência de que temos sido visitados”, afirma.

Na Rússia, alguns de seus cosmonautas também dizem ter visto sinais extraterrestres. O bielo-russo Vladimir Kovalenok contou não compreender “o restante de parceiros astronautas quando asseguram que jamais viram algo extraordinário no espaço”. Gregory Grechko, integrante de várias missões Soyuz, confessou: “Se tivesse liberdade para contar o que vi, o mundo ficaria estupefato”.

Seja como for, o certo é que a imensa maioria dos astronautas asseguram nunca terem visto nada estranho aí fora. “A NASA não está envolvida em nenhum tipo de acobertamento da vida alienígena neste planeta ou em qualquer outro”, insiste a agência espacial.

Avistamento de OVNIs assusta cidade australiana


O ufólogo Alan Ferguson reuniu os moradores para contar sobre suas experiências inexplicáveis, durante as investigações sobre os avistamentos recentes de OVNIs na região. Também um grupo de pessoas se reuniram perto de um dos lugares da última aparição dos OVNIs.

Uma luz brilhante apareceu no céu noturno, enquanto Ferguson entrevistava pessoas que diziam terem visto OVNIs.

"Algo me chamou a atenção," disse Ferguson. "Era uma luz branca brilhante." A testemunha Carrina Turner, 23, disse que a luz estava a pairar no céu, "era realmente brilhante", antes de desaparecer de repente.

"Mas alguns segundos depois ela estava de volta, como se pulsasse", disse ela. O OVNI desapareceu "como uma bala" no céu "em alta velocidade", acrescentou Ferguson.

Dez pessoas testemunharam o evento inexplicável.

"Durante minhas investigações faço um monte de perguntas para ter uma ideia se as pessoas só estão a contar mentiras... ou se é credível o que viram.

"Quando vim para Katherine eu não esperava encontrar tantas pessoas que tinham visto e documentado suas experiências ufológicas.

Nas últimas semanas muitas pessoas apareceram para contar suas histórias sobre avistamentos de OVNIs.

"Eu acho que o tempo do ceticismo acabou", disse o ufólogo Alan Ferguson.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

ZETA RETICULI


O Caso Barney e Betty Hill

Após a explosão da ufologia através das grandes publicações com assuntos acerca, casos de avistamentos e quedas de UFOs foram se tornando cada vez mais freqüentes. Mas foi no fatídico ano de 1961 que o primeiro caso com repercussão mundial acerca abdução foi relatado ao mundo. Não havia, por conhecimento geral, nenhum caso antecessor que seguisse os mesmos fenômenos descritos no depoimento deste casal que foram os primeiros a seres simplesmente abduzidos. Um dos casos mais importantes da ufologia moderna e o mais importante quando se fala em abduções.
O casal e seus planos
O casal Barney e Betty Hill não eram um casal comum visto na ideologia americana na década de 60. Ela era branca, ele negro, algo raro naquela época por questões da segregação racial e a perseguição aos negros. Mesmo com tantas adversidades por causa da cor, eram um casal feliz, como nos conta alguns amigos próximos da família em depoimentos já analisados por muitos.  Ambos trabalhavam, mas uma brecha nesta rotina agitada do casal surgiu e eles, como merecedores de um descanso, decidiram viajar.  Pois bem, a viajem decorreu sem inconvenientes, o destino era o Canadá e tudo foi dentro do esperado. No dia 19 de Setembro, o casal, voltando para o pequeno município de Portsmouth, onde residiam, indo através da rodovia conhecida como New Hampshire. Resolveram voltar pela noite, de forma sossegada e sem qualquer pressa. Até então, tudo ocorrera normalmente, como uma bela viagem a dois.
O começo dos estranhos fenômenos luminosos
Já era madrugada, como de costume Barney estava ao volante quando ao longe avista um ponto luminoso presente nos céus. Como a grande curiosidade humana é primordial, o casal resolveu encostar na estrada e observar com um instrumento de aproximação visual, no caso, um binóculo. Barney sendo assim, percebeu que não era algo não identificado, mas um objeto como ele mesmo descreveu, semelhante a uma panqueca. Um tempo se passou, e eles perceberam um certo acompanhamento do objeto ao carro, ao longo da extensa viagem.  Vale ressaltar que ao pararem, Betty senti vários sintomas curiosos e Barney fica muito ressentido acerca de algo que pode acontecer, só que por hora, só está em seu imaginário.
A abdução
Vale lembrar que os fenômenos que agora serão descritos foram só revelados através da hipnose no casal, pois eles não se lembravam de coisa alguma. Foram a hipnose pois eles se lembraram que ouviram um forte zumbido, e logo após já haviam se passado algumas horas e o carro estava a 50Km a frente. Eles queriam saber o que ocorreu neste período de tempo.
A viagem não prossegue mais de forma calma, muito diferente disto. Agora, Barney corre e muito com o carro, percebendo ainda uma movimentação do objeto, além de o casal estar ouvindo constantemente um alto zumbido. O carro teve que parar. Algo ocupava a estrada, e não era nenhum tipo de caminhão. Barney e Betty vêem algumas silhuetas se dirigindo para eles, e percebem que não são de humanos. Seres altos, grandes crânios e uma certa rudez. Os mesmos obrigam o casal a adentrar a nave, onde serão descritos incríveis relatos. Uma coisa curiosa deve ser sempre lembrada quando falamos no relato do casal. Quando a hipnose foi feita para a obtenção deste dados que haviam sido perdidos de uma estranha forma, os relatos de ambos foram muito próximos, mas o de Barney menos específico e detalhista. O porquê disto? Barney depois conta que o medo apoderou-se dele de tal forma que manteve os olhos fechados o tempo todo.
Já no interior na nave, Betty e Barney são separados e passam por diversos exames. Aqui me cabe anunciar os fatos ocorridos com Betty, por serem muito interessantes e curiosos. Betty foi submetida a um exame não feito em nossa medicina. No umbigo de Betty foi introduzida uma grande agulha, de modo a causar muita dor e gritos por parte dela. No seu depoimento, ela conta que um dos seres, o que aparentava ser um dos mandantes, ao ouvir seus gritos colocou sua mão em cima da cabeça do que seria sua vítima e de modo curioso, a dor sumiu. Após uma bateria de exames, alguns parecidos com os nossos, uma tentativa de comunicação ocorreu entre ela e um dos seres, estes que incrivelmente falavam inglês. Ela tentou , mesmo com o imenso medo que sentia,  perguntar aos seres de onde vinham. Se lembra de um mapa mostrado a ela e em um de suas hipnoses, através de sua memória, conseguiu rempresentá-lo sob hipnose. O desenho foi mandado a astrônomos e especialistas e algo interessantíssimo ocorreu. O desenho era a representação fiel da constelação de Zeta Reticuli.
Desenho de Betty e comparação com foto da constelação:
  
Após todos estes acontecimentos, o casal fora levado novamente em seu carro, mas já em um local totalmente diferente. Sendo assim, é possível afirmar que a nave não ficara parada durante o ocorrido . E como já foi dito, o casal saiu de uma espécie de lapso de memória algumas horas depois.
Após a abdução
O casal, antes de procurar um especialista, sofreu muito com fenômenos semelhantes a poltergeist, entre outros. Foram alvo de diversas ocorrências ufológicas, mas nenhuma como aquela que deu rumo a vida dedicada a pesquisas sobre o assunto. O casal infelizmente já não está entre nós, mas compartilharam sua magnífica e real história de modo singelo e detalhado. Um grande legado para a ufologia.
A importância do caso
O caso Barney e Betty Hill não passa na grande gama da casuística ufológica como um caso qualquer. Ele é muito significativo a todos os seus precedentes, pois foi o primeiro relato que chegou ao conhecimento do mundo sobre  abduções. Temos alguns casos, aqui e ali, que ocorreram antes, mas o caso Hill foi o primeiro a ser divulgado. Não só por esta razão que ele é muito importante. Ele se caracteriza como o início de um fenômeno que nos rodeia até hoje, a abdução. Claro que uma raptura por seres extraterrestres parece coisa de cinema mas isto já foi relatado por milhares e milhares de pessoas em todo o mundo. Pesquisas feitas recentemente baseadas em relatos deste tipo calculou que a cada seis horas uma pessoa é abduzida em todo o mundo.
Análise dos seres descritos
Pelas descrições feitas por Betty percebemos que os seres descritos do caso são muito semelhantes aos que encontramos nos relatos atuais. Claro que em casos de abdução muitas espécies, se assim podemos dizer, são citadas, mas a predominante geral são dos chamados Grays, seres de cor cinza, grandes olhos e uma cabeça grande, além de braços longos e dedos finos. Além disso, uma das características muitíssimas interessantes relatadas é o fato de que os seres se comunicavam de forma compreensível com Betty, algo peculiar em abduções em que a comunicação se dá por meio da chamada telepatia.
O interesse dos seres
Imagine que você é um daqueles seres, interessado em pesquisar nós, humanos. Você precisa capturar uma cobaia para seus testes ou experiências. Haveria um local melhor do que um inocente casal em uma estrada deserta? Não…
Esta breve exemplificação é só para deixar claro como a situação era propícia ao fenômeno. O interesse por parte dos seres em abdução é teoricamente explicado em diversas teses e argumentações. Mas o importante a ressaltar é que, não é da moral de alguém de boa conduta fazer com outros coisas forçadas ou uma grave exploração. Isso explica o porque, em quase unanimidade na ufologia, os seres atuantes nas abduções são maléficos. Que não venha a cabeça de nenhum dos meus caros leitores aquela idéia da destruição de nosso planeta por eles, uma guerra e coisas semelhantes. O importante é perceber que os interesses científicos deles ultrapassam muitas vezes a moral. Se pensarmos bem, é isso que nós, humanos, fazemos muitas vezes.
O esquecimento
Devemos nos lembrar que o relato detalhado feito pelo casal só foi possível do terceiro estágio da hipnose. Eles se lembram de ter ouvido um zumbido, e depois disso tudo se apagou. Mas o que será que realmente ocorreu? Provavelmente, por alguma técnica psicológica os seres queriam que o casal se esquecesse daquele ocorrido. Se isto aqui ocorreu, como também em diversos casos, o número de casos de abdução seria muito maior do que o registrado, pois em diversas vezes o ocorrido seria esquecido.
A questão do mapa
Como já foi citado no relato do caso, Betty conseguiu reproduzir o mapa celeste mostrado a ela por um dos seres, e este coincidiu perfeitamente como um mapa celeste feito por cientistas terrestres. A constelação indicada por ela não é muito conhecida por nós, mas Zeta Reticuli ainda será alvo de várias pesquisas e talvez lá descobriremos alguma civilização. Basta esperar, e muito.

Conclusão
Depois deste caso a vida do casal nunca mais foi a mesma. Betty se tornou uma grande pesquisadora da ufologia e de parapsicologia, e Barney também se dedicava, mesmo com menos intensidade, ao assunto. Este caso ,mais uma vez aqui escrevo, é um dos mais marcantes da ufologia, e até hoje é estudado com o objetivo de um dia nós, simples pesquisadores, descobrirmos a razão da fenomenologia dos OVNIS e das abduções.



Lucas Fiaschetti Estevez

sábado, 13 de agosto de 2011


Finalmente a ciência comprova a origem "ET"PDFImprimirE-mail
Por Administrator   
09 de agosto de 2011
Fonte: O estado de São Paulo



Meteoritos contêm componentes de DNA e origem 'ET' é comprovada



Pesquisa ajuda a sustentar a teoria de que o "kit" para a criação da vida da Terra veio do espaço



O resultado da pesquisa ajuda a sustentar a teoria de que o 'kit' para a criação da vida da Terra veio pronto do espaço, entregue por colisões da Terra com cometas e meteoritos

Pesquisadores da Nasa encontraram pistas de alguns dos elementos que formam o DNA em meteoritos vindos do espaço e puderam comprovar sua origem extraterrestre, segundo estudo divulgado pela revista Proceedings of the National Academy of Sciences. O resultado da pesquisa ajuda a sustentar a teoria de que o "kit" para a criação da vida da Terra veio pronto do espaço, entregue por colisões da Terra com cometas e meteoritos.

Segundo os cientistas, embora esses componentes do DNA venham sendo encontrados em meteoritos desde 1960, essa é a primeira vez que sua origem pode ser determinada como extraterrestre. Nas outras descobertas pairava a dúvida de uma contaminação dos meteoritos por elementos da vida terrestre.

Os pesquisadores explicam que três fatores os levaram a acreditar, de fato, que os elementos encontrados em amostras de 12 meteoritos - adenina, guanina (componentes que formam o DNA chamados de nucleotídeos), hipoxantina e xantina (embora não encontrados no DNA, são usados em outros processos biológicos) - vieram do espaço.

O primeiro foi a presença de traços de três moléculas relacionadas às moléculas de nucleotídeos: purina, 2,6 diaminopurina, e 6,8 diaminopurina, compostos análogos aos nucleotídeos. Como as duas últimas raramente são usadas em processos biológicos, isso indica para os cientistas que as moléculas vieram do espaço e não de contaminação terrestre.

A segunda evidência veio da comparação de um pedaço de oito quilos de gelo da Antártida e de uma amostra de solo da Austrália, aonde os cientistas encontraram a maior parte dos meteoritos, usando os mesmos métodos de análise dos meteoritos. Os pesquisadores não puderam encontrar no gelo polar nenhuma evidência dos compostos análogos aos nucleotídeos e taxas muito mais baixas de hipoxantina e xantina.

A terceira e última evidência da procedência desses elementos foi a descoberta de que tanto os nucleotídeos biológicos como os não-biológicos foram formados em uma reação química inteiramente não-biológica, que os cientistas conseguiram reproduzir em laboratório.
 

Base Extraterrestre na luaPDFImprimirE-mail
Por Administrator   
30 de junho de 2007
Fonte: UFOCASEBOOK
Tradução: Milton Dino Frank Junior 
"Uma enorme bola de luz se estabeleceu pairando sobre ele por algum tempo."

Há "uma base alienígena" na lua. Um monte de pessoas tem falado a respeito de histórias sobre a presença extraterrestre na lua. Os boatos são que esta "base" está no lado escuro da lua, o lado que nós nunca podemos ver aqui da terra.
Você já se deu conta porque as missões Apollo para lua pararam de acontecer? E ainda, porque o homem não tentou construir uma base na lua?  Será que fazer uma base na lua seria uma idéia muito melhor e mais fácil do que fazer uma estação flutuante no espaço?
De acordo com Neil Armstrong os extraterrestres têm uma base na lua e desejam que nós fiquemos fora da lua! Milton Cooper um oficial naval nos afirma que a comunidade de Inteligência dos Estados Unidos chama esta base de "Luna". 
Luna:  A base extraterrestre no lado distante da lua, foi vista e filmada pelos astronautas da Apollo. Trata-se de uma base, com operação de mineração que utiliza máquinas gigantescas, e as enormes naves descritas como nave mãe nos avistamentos ufológicos também foram encontradas nesta base.
Pelo menos é isso que diz a imprensa norteamericana. E você acredita?


Quero acreditar, mas cadê os ETs?PDFImprimirE-mail
 
Pelo que nos ensina a ciência moderna, tudo indica que a vida seja rara no Universo, e mais rara ainda a vida inteligente
Recentemente, apareceu um vídeo no YouTube sobre uma misteriosa estrutura em Marte. O produtor do vídeo sugere que a forma cilíndrica é uma construção de origem alienígena, "talvez uma garagem enorme".  Eis o link. É incrível a vontade que temos de achar vida em Marte, mesmo após já termos enviado várias sondas para lá, que encontraram apenas muita poeira e pedras no planeta.
Hoje trago de volta um clássico desse fenômeno cultural, o vídeo da necrópsia de um ET
Você assistirá, boquiaberto, à autopsia do cadáver de um ET, supostamente encontrado nos escombros de sua nave espacial, que caiu (foi abatida?) em Roswell em 1947, no deserto do Novo México.
O vídeo coincide com os relatos de pessoas que dizem ter sido abduzidas por ETs: a cama cirúrgica, médicos fazendo uma bateria de testes, várias partes do corpo removidas e cuidadosamente examinadas.

Pena que Ray Santilli, o produtor responsável pelo vídeo, admitiu que era falso. (Se bem que disse que algumas partes eram originais, só para manter o suspense.) Por que milhões de pessoas acreditam nessas bobagens a ponto de ficarem ofendidas se forem contrariadas? Fãs de "Arquivo X" lembram do pôster na sala do agente do FBI Fox Mulder: "Eu quero acreditar". Crer para ver suplanta o ver para crer.
Usando tecnologia atual, a viagem até Alfa Centauri, a estrela vizinha a 4,4 anos-luz do Sol, demoraria mais de 100 mil anos. As distâncias interestelares são gigantescas. E, infelizmente, túneis na estrutura do espaço-tempo, os chamados "buracos de verme", ainda não foram encontrados.
Fora as diversas dificuldades tecnológicas envolvidas em viagens interestelares, não há uma única prova concreta de que ETs de fato estiveram por aqui. Infelizmente, o vídeo é falso, como são todos os outros. Não há uma conspiração secreta entre cientistas e o governo americano. Quem mais do que um cientista adoraria ter provas concretas de inteligência extraterrestre?
Não detectamos sinais de rádio vindos do espaço ou amostras de tecnologia alienígena. Visões dos famosos objetos voadores não identificados, na maioria, podem ser explicadas por distúrbios atmosféricos, balões de alta altitude ou por aeronaves diversas em condições de baixa visibilidade.
Relatos pessoais, ou mesmo de grupos, vídeos de coisas estranhas flutuando nos céus, nada disso pode ser aceito cientificamente como prova da existência de visitantes extraterrestres. (Aliás, por que ETS, tendo tecnologia para cruzar a galáxia, precisam de luzes? Eles não sabem que podem ser vistos por nós?) O assunto é importante demais para nos deixarmos levar por oportunistas ou por emoções fortes.
Pelo que nos ensina a ciência atual, tudo indica que a vida seja rara no Universo. Muito mais rara ainda a vida inteligente, especialmente a que constrói espaçonaves. É hora de aceitarmos nossa solidão cósmica e tomarmos conta do que temos. Mesmo se os ETS existirem, é bom não contar com eles para resolver nossos problemas. Obviamente, até agora não fizeram nada de útil.


Vocês se lembram de Antoine Lavoisier? Aquele que disse: “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.
Antoine Lavoisier

A partir do momento em que a ciência declara por meio de experiências que meteoritos contêm componentes de DNA e origem 'ET' é comprovada, esta mesma ciência tem como desafio entender e tentar descobrir como os ingredientes que dão origem à vida se transformaram até a formação dos seres vivos que conhecemos no nosso planeta.
A revelação é bombástica. É como se os meteoros fossem espermatozóides fecundando o planeta de tal maneira que a vida apareça.
A partir deste momento os estudos devem se intensificar, e sabendo-se que os meteoros circulam à deriva no espaço e que eles caem em vários planetas do universo, então em qualquer planeta do universo que tenha os ingredientes da vida pode ter havido transformações em formas de vidas totalmente desconhecidas e conhecidas por todos nós.
Estamos longe de chegar a conclusões concretas. É preciso ter consciência que nós humanos vivemos em média 70 anos conforme as estatísticas elaboradas, e que a existência humana não vive para ver as transformações que acontecem em milhares de anos. Os registros da ciência que ficarão escritos documentarão o futuro. E será baseado neles que a humanidade um dia poderá descobrir a sua origem.
Demos um passo muito importante, quebramos um mito, pois agora sabemos que rondando o espaço existem ingredientes que podem dar origem a vida, e isso é muito bom, pois obriga-nos a abrir a nossa mente para estudos profundos a fim do encontro da verdade.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011


Fragmentos de DNA no meteorito e a busca pela origem da vida

Agostinho Rosa - 10/08/2011
Fragmentos de DNA no meteorito e a busca pela origem da vida
O mérito deste novo estudo é que os cientistas juntaram dois fortes argumentos para descartar que o meteorito tenha sido contaminado depois de ter caído na Terra. Então, será que os anúncios anteriores não deveriam ter sido levados tão a sério? [Imagem: NASA/Chris Smith]
Os exageros da NASA
Talvez nenhum outro indicador mostre tão claramente o desespero da NASA pela sobrevivência enquanto instituição quanto as suas recentes "revelações científicas" bombásticas, sempre feitas em conferências anunciadas previamente a jornalistas do mundo inteiro.
Acostumados a décadas de seriedade e estudos de ponta financiados pela agência norte-americana, vários jornalistas não têm tido o cuidado necessário para separar os novos frutos dos "frutos recauchutados" e dos "possíveis-frutos-se-vocês-nos-derem-dinheiro-para-plantar-as-árvores".
Essa ansiedade pela mostra de resultados tem levado a NASA a promover anúncios de "descobertas científicas" altamente polêmicas, seguidamente questionadas por vários grupos que não participam das pesquisas.
Foi assim com a bactéria alienígena que respira arsênio, com as seguidas"descobertas" de água na Luaem volumes que chegaram a ser comparados aos oceanos da Terra, e com as seguidas "descobertas" de água em Marte, que têm acontecido cerca de duas vezes por ano. A mais recente se baseia em sinais geológicos de uma provável água que escorreria a temperaturas bem abaixo de zero.
Agora foi a vez de uma nova descoberta de componentes de uma molécula de DNA em meteoritos.
Ora, os chamados "blocos elementares" de uma molécula de DNA têm sido encontrados em meteoritos desde os anos 1960. O mérito deste novo estudo é que os cientistas juntaram dois argumentos para descartar que o meteorito tenha sido contaminado depois de ter caído na Terra. Então, será que os anúncios anteriores não deveriam ter sido levados tão a sério?
Isso importa pouco agora, já que, ao que parece, desta vez a NASA teve mais cautela com o "estardalhaço" e se baseou em um estudo muito cuidadoso. Mesmo o anúncio foi cauteloso: "Pesquisa da NASA mostra que elementos básicos do DNA podem ser feitos no espaço."
Seria admirável se não pudesse - estatisticamente seria algo praticamente indefensável - mas a comprovação experimental é essencial para que os cientistas possam avançar em suas teorias e embasar novas pesquisas. Não há qualquer crítica aqui. Há muitas críticas, porém, para a forma como muitos órgãos de imprensa "traduziram" o estudo, simplesmente colocando as conclusões do estudo de forma taxativa demais.
Pesquisas sobre a origem da vida
Mas talvez seja melhor esquecer o marketing e o desejo de chamar a atenção e nos concentrarmos em algo que o episódio traz à tona e que merece nossa atenção.
E esse algo é o caminho que vem tomando a busca pelas explicações da origem da vida.
Em termos puramente experimentais, a vida sempre foi um estorvo para a ciência, se parecendo mais com uma anomalia contaminando um sistema mecanicamente muito bem engrenado.
Ora, o trabalho dos cientistas consiste em explicar os fenômenos usando as ferramentas de que dispõem. É mais ou menos como se o desconhecido tivesse que ser explicado com base no conhecido, um problema de lógica que tem encantado e desencantado gerações de filósofos da ciência. Contudo, as explicações mecanicistas para a vida relutam em engatar em qualquer engrenagem já bem compreendida.
É por isto que a explicação para uma origem extraterrestre da vida vem tanto a calhar. A procura pela origem da vida é um campo de pesquisa que vem sendo deixado praticamente de lado. Por ser complexo demais, talvez seja melhor abordá-lo aos poucos, estudando seus "blocos básicos" um a um, na esperança de que o conhecimento das partes possa dar algum insight sobre a composição do todo.
Ora, se pudermos dizer que a vida veio do espaço, isso nos dá um tempo precioso, já que o nosso acesso ao espaço é limitado demais para qualquer pesquisa que se queira séria. Isso tiraria de pauta qualquer necessidade de entendimento da origem da vida aqui na Terra, até hoje às voltas com uma incômoda teoria da geração espontânea, ou abiogênese. Aparentemente, os experimentos de Francesco Redi, feitos em 1668, não valem quando se considera um espaço grande o suficiente - como a Terra - em um tempo longo o suficiente - tudo parece possível desde que você possa lançar mão do largamente usado "argumento científico" dos "ao longo de milhões de anos".
A ciência acadêmica vem tentando escapar do geocentrismo há séculos. Contudo, embora intuitivamente não haja nenhum elemento para embasar argumentos de uma pretensa exclusividade terráquea da vida, os acadêmicos só admitirão a vida fora da Terra quando puderem examiná-la. Isso tem levado a posturas ultra-conservadoras em vários campos de pesquisa, mas é difícil imaginar uma prática alternativa que seja também capaz de "defender" a ciência contra uma enxurrada de achismos e palpites, por mais bem-intencionados que sejam.
Mas é importante perceber que não há uma relação causal entre encontrar "blocos básicos" da vida em um cometa ou meteorito e a atribuição da origem da vida na Terra a esses corpos celestes.
O que se demonstrou experimentalmente até agora é que elementos moleculares presentes nos organismos vivos podem surgir em qualquer lugar, inclusive aqui na Terra. O jeito usual de falar - elementos básicos da vida se originam no espaço - contrapõe o espaço à Terra, como se a Terra não fizesse parte desse espaço - provavelmente ainda um resquício das eras de geocentrismo.
Fragmentos de DNA no meteorito e a busca pela origem da vida
Cientistas deram uma explicação para a estranha quiralidade da vida usando um ambiente pré-biótico terrestre. [Imagem: Jason Hein]
Pré-vida
Por uma daquelas coincidências admiráveis, mas muito comuns no mundo da ciência, no dia anterior ao anúncio da pesquisa da NASA, a revista Nature Chemistry publicou um artigo que apresenta uma solução para o longo debate sobre a quiralidade das moléculas biológicas, essencial para o reconhecimento molecular e os processos de replicação, ambos, por sua vez, essenciais para a origem da vida.
Tudo acontecendo aqui na Terra, o grupo da Universidade da Califórnia, campus de Merced, mostrou uma rota para sintetização dos tais blocos básicos da vida por meio de uma combinação relativamente simples de açúcares e aminoácidos, em um ambiente pré-biótico.
As moléculas biológicas, como o RNA e as proteínas, podem existir em formas distintas, chamadas enantiômeros. O que ninguém conseguiu explicar até agora é por que uma dessas formas, justamente a forma que é necessária para a vida, se tornou predominante.
Os cientistas demonstraram que as reações químicas abióticas podem gerar a forma natural dos precursores do RNA - a forma presente nos seres vivos - pela inclusão de aminoácidos simples.
O enantiômero natural dos precursores do RNA formou uma estrutura cristalina visível a olho nu, que pode potencialmente permanecer estável até que se coloquem as condições para que eles se transmutem em RNA ("ao longo de milhões de anos", como é usual nesses casos).
Aliás, esse mecanismo elusivo, chamado "ao longo de milhões de anos", tem sustentado algumas das teorias científicas mais bem-sucedidas de todos os tempos, da evolução biológica à formação das estrelas - ao longo de suficientes milhões de anos, espécies vivas se transformam em outras espécies e nuvens moleculares espalhadas pelo cosmos se juntam, igualmente movidas pelos milhões de anos, para formar estrelas. Mágico, não? Sem dúvida fala muito ao coração, mas não é o bastante para o intelecto.
Resumindo, os cientistas demonstraram que é possível que um ambiente pré-biótico terrestre gere preferencialmente as moléculas necessárias para a vida - outros cientistas já haviam tentado explicar a quiralidade da vida com base nos meteoritos.
Assim, os tais blocos básicos da vida podem se originar tanto lá como cá. Mas, por conveniência, vamos considerar que eles se originaram lá e vieram para cá, e assim poderemos continuar deixando o assunto - a origem da vida - a cargo dos filósofos.
A próxima discussão lógica seria considerar se, e como, esses blocos, emergindo onde quer que seja, se unem para formar a vida. Mas aí já é querer exigir da ciência acadêmica algo que ela não pode dar.
DNA e meteoritos
Voltando à NASA e aos meteoritos, é preciso destacar que o que os cientistas descobriram foram compostos - adenina e guanina - que também estão presentes nas complicadas cadeias de DNA.
O mérito deste novo estudo é que os cientistas juntaram dois argumentos para descartar que o meteorito tenha sido contaminado depois de ter caído na Terra.
O primeiro desses argumentos foi a identificação, no meteorito, de três moléculas chamadas análogos de nucleobases - elas têm o mesmo núcleo molecular de uma nucleobase, mas têm estruturas adicionadas ou faltantes.
Esses análogos são purina, 2,6-diaminopurina, and 6,8-diaminopurina. Estas duas últimas quase nunca aparecem associadas com a química da vida na Terra.
"Você não deveria esperar encontrar esses análogos de nucleobases se a contaminação pela vida terrestre fosse a fonte [das moléculas], porque elas não são usadas pela biologia, a não ser um relato de uma 2,6-diaminopurina ocorrendo em um vírus (cianofago S-2L)," disse Michael Callahan, astrobiólogo da NASA, que não participou do estudo.
O segundo argumento contra a hipótese da contaminação terrestre veio da análise de um bloco de gelo de oito quilogramas, coletado na Antártica, de onde também saiu a maioria dos meteoritos usados no estudo.
Apesar de o bloco de gelo não ter sido coletado juntamente com nenhum dos meteoritos, as análises mostraram que as quantidades de nucleobases encontradas no gelo antártico são muito inferiores às encontradas nos meteoritos. Além disso, o gelo não continha nenhum dos análogos de nucleobases. Logo, consideram os cientistas, os meteoritos não poderiam ter sido contaminados pelo gelo antártico.

terça-feira, 9 de agosto de 2011


Encontrado anel de antimatéria ao redor da Terra

Redação do Site Inovação Tecnológica - 08/08/2011
Encontrado anel de antimatéria ao redor da Terra
O cinturão de Van Allen interno é um verdadeiro posto de combustível de antimatéria para os foguetes do futuro.[Imagem: Pamela Project]
Foguetes do futuro
A Terra possui ao seu redor um anel de antiprótons, confinados pelas linhas do campo magnético do nosso planeta.
Essa antimatéria, que pode persistir por períodos que vão desde alguns minutos até horas, antes de se aniquilar com a matéria normal na atmosfera, poderia ser usada para abastecer os foguetes ultra-eficientes do futuro.
A Terra é constantemente bombardeada por raios cósmicos vindo do espaço que, ao chegar, criam uma chuva de novas partículas conforme eles colidem com as partículas de matéria ao se aproximar do planeta.
E essa chuva de partículas contém antipartículas.
Muitas delas ficam presas dentro dos cinturões de radiação de Van Allen, duas zonas com formato de grossos anéis ao redor do planeta, onde as partículas carregadas espiralam ao redor das linhas do campo magnético da Terra.
Pósitrons e antiprótons
Satélites artificiais já haviam detectado pósitrons - os equivalentes de antimatéria dos elétrons - no cinturão de radiação.
Agora, uma sonda detectou antiprótons, que têm uma massa 2.000 vezes maior do que os pósitrons.
Partículas mais pesadas tomam rotas mais abertas quando espiralam em torno das linhas magnéticas do planeta - linhas mais fracas do campo magnético também geram espirais mais largas.
Assim, os antiprótons relativamente pesados, ao viajar ao redor das fracas linhas magnéticas do cinturão externo de radiação, devem seguir loops tão grandes que são rapidamente puxados para a atmosfera, onde se aniquilam com a matéria normal.
Mas se acreditava que o cinturão interno teria campos fortes o suficiente para capturar os antiprótons - e, na verdade, foi justamente aí que eles agora foram encontrados.
Encontrado anel de antimatéria ao redor da Terra
O detector Pamela está a bordo de um satélite russo de observações, em uma órbita entre 350 e 600 km de altitude. [Imagem: Pamela Project]
Bilhões de partículas de antimatéria
Piergiorgio Picozza e seus colegas da Universidade de Roma, na Itália, detectaram a antiprótons usando o PAMELA, um detector de raios cósmicos italiano que está no espaço, a bordo de um satélite russo de observação da Terra.
A sonda voa através do cinturão interno de radiação da Terra, em uma posição diretamente acima do Atlântico Sul.
Entre julho de 2006 e dezembro de 2008, o PAMELA detectou 28 antiprótons presos em órbitas espirais em torno das linhas do campo magnético que brotam do pólo sul da Terra.
Se parece pouco, é importante lembrar que o PAMELA captura amostras em uma parte quase desprezível do cinturão interno de radiação - o equivalente à área de seus sensores. Extrapolando os resultados para toda a área ao redor da Terra, os cientistas calculam que há um bocado de antimatéria girando continuamente ao nosso redor.
"Estamos falando de bilhões de partículas", afirmou Francesco Cafagna, da Universidade de Bari, na Itália.
Essa armadilha de antimatéria natural não é muito diferente das armadilhas de antimatéria que os físicos estão construindo nos laboratórios aqui embaixo.
Foguetes de antimatéria
Alessandro Bruno, outro membro da equipe, afirma que essa antimatéria presa nos cinturões de radiação da Terra poderá ser útil no futuro para abastecer naves espaciais.
Os foguetes poderiam ser alimentados pela reação entre matéria e antimatéria, uma reação que produz energia de forma muito mais eficiente do que a própria fusão nuclear que ocorre no núcleo das estrelas.
"Esta é a fonte mais abundante de antiprótons nas proximidades da Terra", diz Bruno. "Quem sabe, um dia uma nave espacial poderia ser lançada e, em seguida, reabastecer no cinturão de radiação interno, antes de viajar para mais longe."
E há vários postos de combustível de antimatéria pelo Sistema Solar: os anéis de radiação de todos os planetas contêm antiprótons.
Especialmente em planetas gigantes, como Saturno e Júpiter, deve haver um estoque de antimatéria milhões ou até bilhões de vezes maior do que o da Terra, o que alimenta as esperanças de viagens bem mais distantes.