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domingo, 28 de outubro de 2012



“E a requintada conspiração da Área 51? Aquela que diz que o Pentágono mantém uma nave extraterrestre que foi capturada? E que ainda afirma que os extraterrestres voam pelo espaço aéreo restrito da Área 51? – São fatos que qualquer um pode facilmente desbancar. O formato do OXCART era a de um largo disco achatado com uma fuselagem projetada para levar quantidades enormes de combustíveis. Os pilotos comerciais que viajavam ao entardecer pelos céus de Nevada observariam e veriam o barulho e o fundo do OXCART voando a mais de 2.000 milhas por hora. O corpo de titânio da aeronave, se movia tão rápido quanto a uma bala, e refletiria os raios do sol, e isso poderia fazer qualquer um pensar que viu um OVNI, de certo modo”.
[Leia a tradução completa em “A Estrada para a Área 51 ”, original em inglêsaqui ]
O artigo pode soar um tanto inacreditável, ainda mais caso você acredite em elaboradas conspirações governamentais, com muita razão. Por que acreditar nas histórias desses militares reformados de muita idade falando sobre como não há nada de naves alienígenas na Área 51 e que seria tudo um monte de enganos, quando isto é exatamente o que se esperaria “deles”?
Bem, muitos entusiastas da ufologia adoram dar crédito aos depoimentos de militares quando eles apóiam suas crenças, por mais inusitadas que sejam. Deveriam dar igual crédito a estas novas histórias ainda que desmintam seus mitos. E deveriam de fato dar mais crédito a estas novas histórias, justamente porque não são novas.
E principalmente, podemos tomá-las a sério porque são confirmadas por muita informação independente. O programa “OXCART” referido repetidamente no artigo é e permanece sendo o que levou à criação da aeronave mais rápida até hoje, com uma propulsão e design revolucionários – tanto mais há quase 50 anos, quando foi criada. Documentos e uma série de registros a seu respeito vêm sendo conhecidos e liberados, de diversas fontes, e todos confirmam que o programa foi desenvolvido na Área 51. As aeronaves sim lembram discos voadores.
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E então, a própria CIA já publicou há mais de dez anos um relatório reconhecendo o papel que seus aviões secretos tiveram em relatos OVNI. Ver CIA’s Role in the Study of UFOs, 1947-90 . É praticamente a história contada pelos militares.
Talvez o detalhe mais interessante do artigo, que possa passar despercebido, é outro fato ignorado por entusiastas e ufólogos. É o trecho:
“Hoje, as conclusões do Projeto BLUE BOOK estão guardadas em alguns metros cúbicos de arquivos no prédio onde ficam os arquivos nacionais — São 74.000 páginas de relatórios”.
Os EUA foram o primeiro governo mundial a reconhecer e pesquisar oficialmente OVNIs. De fato, foi o chefe do projeto Blue Book, Edward Ruppelt, que cunhou o termo OVNI (“UFO”). Ufólogos devem a um militar o termo definidor de sua pesquisa, embora raramente se lembrem disto.
Durante décadas a Força Aérea Americana teve recursos dedicados publicamente para coletar e investigar relatos sobre discos voadores. Muitos sabem disto, mas quase todos parecem se esquecer de que os documentos a respeito foram em grande parte liberados e estão há vários anos disponíveis para consulta pública. Recentemente, uma parte deles foi disponibilizada na rede por ufólogos e pode ser conferida noProject Blue Book Archive . Os EUA também foram os primeiros a liberar documentação sobre o assunto, já há décadas, e são até hoje o país que mais liberou informação a respeito. O famigerado governo americano é o país que mais liberou informação OVNI no planeta.
De fato, é tanta informação que os próprios ufólogos, civis, informais, até hoje não vasculharam detidamente toda a documentação disponível para análise. Isso mesmo: enquanto muitos clamam, com razão, por acesso ao material produzido por governos pelo mundo a respeito do fenômeno OVNI, há milhares e milhares de páginas já liberadas que nunca foram pesquisadas detidamente por ufólogos. Enquanto, repetimos, o direito de acesso a todo material produzido com recursos públicos deva ser exercido em democracias, muitos ufólogos acabam omitindo da população que simplesmente não possuem estrutura – ou pior, por vezes disposição – para analisar mesmo o material que já está disponível. No Brasil, por exemplo, poucos sequer leram as centenas de páginas disponíveis sobre a Operação Prato, por exemplo. Ufólogos, assim como governos, têm seus interesses e (in)conveniências.
É essencial avaliar criticamente as fontes de informação em uma área em que tantos interesses estão em jogo. Isso inclui o artigo que comentamos aqui, que sugere que o próprio projeto Blue Book foi criado para lidar com uma avalanche de avistamentos causados pela atividade do programa OXCART. Isto é claramente uma meia-verdade, ou mesmo uma inverdade: a avalanche de relatos de discos voadores nos EUA teve início em 1947, anos antes que o programa fosse sequer criado. E ele não envolvia viagens no tempo.
Seguramente o fenômeno OVNI não surgiu nem se desenvolveu apenas como fruto das atividades secretas da indústria aeronáutica norte-americana, embora elas sim tenham desempenhado um papel no processo, o que podemos inferir não apenas pelas admissões da própria CIA, como a partir de evidência independente descoberta inclusive por ufólogos. Nem ufólogos nem o governo americano apresentam todas as informações a respeito da forma mais… honesta.
Afinal, em quem confiar? Arquivo-X já tinha a resposta: “Não confie em ninguém”. E podemos dizer, caros leitores, para não confiarem mesmo em nós. Se podemos estar seguros de algo é que devemos sempre cultivar a dúvida. Onde há dúvida, há liberdade.
Dito tudo isso, o pobre piloto da Área 51 que recebeu o soro da verdade e foi deixado em casa sem nenhuma explicação apenas para que sua esposa pensasse que ele estava completamente bêbado é uma história muito boa. 

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Os Sumérios

A Suméria é a civilização mais antiga que se tem registro, estima-se que eles viveram a mais de 3.500 anos antes de Cristo. Muitos chegam a estimar que eles datam muito mais de 6 mil anos. Os sumérios foram os pais da escrita, chamada escrita cuneiforme e posteriormente também foi creditado a eles os títulos de pai da astronomia. criadores da roda, das carruagens e muito mais. Muitos confundem os Sumérios e os Acádios, mas na verdade o primeiro é muito mais antigo. Só depois é que eles foram invadidos pelos semitas, se tornando acádios.

Habitavam o sul da Mesopotâmia, entre o rio Tigre e Eufrates, lugar extremamente fértil que a Bíblia referencia como Terra Prometida e Hebrom. Possivelmente o berço da humanidade e é onde se encontrou as maiores e mais antigas descobertas da humanidade. Fósseis, artes e registros escritos datados de até 13 mil anos atrás.

Os sumérios foram uma civilização a frente da época que viviam. Eles chegaram a registrar informações que nossa civilização só foi (re)descobrir na idade moderna. São maquetes de abrigos anti-aéreos, livros sobre química, estudos aprofundados sobre o universo e seus corpos celestes, e cálculos matemáticos extremamente avançados para a época. A civilização grega (duas civilizações após a Suméria) no auge do seus conhecimentos, chegavam a calcular até o número 10.000. Após isso eles consideravam como infinito. Os sumérios faziam cálculos das distâncias entre os planetas de nosso Sistema Solar, inclusive quantos planetas existem, que o Sol é uma estrela e a órbita de cada um. Na colina de Kuyundjick, antiga Nínive (terra dos sumérios), foi encontrado um cálculo, cujo resultado final, em nossa numeração, corresponde a 195.955.200.000.000. Um número de quinze casas! Os gregos, no auge do saber, não passaram do número 10.000, o resto seria o "infinito".

O curioso desse povo era a fonte de tais conhecimentos. Como uma civilização tão antiga já sabia que nossa Lua era feita de ferro? Chegavam até a chamar a Lua de “pote de ferro” - fato que só agora a NASA teve capacidade para confirmar. Como é que eles já sabiam que a Terra era redonda? Que ela não estava no centro do Universo e já sabiam da existência de Plutão (só fomos descobrir isso em 1930)? Na verdade eles afirmavam que Plutão era um satélite de Saturno que se desprendeu e tomou uma órbita própria. Mistérios que só (re)descobrimos muitos anos depois!

Alguns desses mistérios ainda nem temos tecnologia suficiente para confirmar. Um exemplo é a presença de um 10º planeta no Sistema Solar (eles contavam todos os corpos celestes, incluindo a lua e o sol, totalizando 12). Os Sumérios tinham convicção de que existe um planeta chamado Nibiru, que é dono de uma órbita totalmente diferente dos demais planetas do nosso Sistema Solar, e que faz um circuito tão grande, que dura 3.600 anos para completar a trajetória. Se eles acertaram quanto a existência desses planetas, do material que eles são feitos, da órbita de cada um, por que iriam errar quanto a existência de um planeta a mais? E se ele tem uma órbita tão grande assim, explica-se o fato de ainda não termos o encontrado.

Se você já acha isso estranho, prepare-se para o bizarro: Os sumérios não só sabiam da existência do tal planeta Nibiru, como desenhavam sua órbita, e eram categóricos ao dizer que neste planeta vivem os Anunnakis, seres altamente inteligentes e considerados deuses por este povo. Segundo eles, Nibiru “visita a Terra” a cada 3.600 anos, e quando isso acontece, ocorrem eventos cataclísmicos na Terra, e usaram como exemplo o dilúvio. Na verdade são deles o mais antigo registro do dilúvio!

“E depois veio o dilúvio e após o dilúvio a realeza tornou a descer mais uma vez do céu...” Escrito sumério cuneiforme.

É aí que eu digo que tudo se interliga. Os Maias tinham um calendário que se resumia em vários ciclos, e o seu maior era um ciclo de 3.600 anos. Os babilônios falavam de um planeta chamado de Marduck e os gnósticos acreditam num apocalipse causado por um planeta chamado Hercóbulos. Após toda essa polêmica, os cientistas tratam-no como um planeta ainda não confirmado, e o chamam de Planeta X. Este planeta receberá um post exclusivo posteriormente.

Então todo esse conhecimento avançado dos sumérios é entendido por alguns estudiosos como uma interferência extraterrestre. Pois não é concebível que uma sociedade tão antiga saiba de tanta coisa, nem que tenha feito tanta coisa. Algumas peças de arte sumérias foram encontradas espalhadas por todo o mundo. Como isso seria possível? Os sumérios faziam pequenas estátuas de possíveis astronautas, naves espaciais e foguetes. Como isso é possível?

Alguns conhecimentos sumérios que influenciaram a muitas outras civilizações posteriores:

• Técnicas de medicina, arquitetura, engenharia e hidráulica, baseados em magníficos conhecimentos em matemática, química, física e astronomia. Seus conhecimentos astronômicos eram incrivelmente avançados: seus observatórios obtinham cálculos do ciclo lunar que diferiam em apenas 0,4 segundos dos cálculos atuais.
• Desenvolveram a agricultura com técnicas de irrigação e drenagem de solo, construção de canais, diques e reservatórios;
• Sistema de leis baseados nos costumes;
• Habilidosas práticas comerciais;
• Sistema de escrita cuneiforme, assim chamado porque escreviam em plaquetas de argila com um estilete em forma de cunha;
• Sistema de unidade política das Cidades-Estados ou Estados soberanos, como Ur, Nipur e Lagash;
• Sistema de hierarquias sacerdotais para organização religiosa;
• Fundaram as primeiras bibliotecas. Na cidade de Nipur, 150 km ao sul de Bagdá, foi encontrada uma biblioteca sumeriana inteira, contendo cerca de 60.000 tabletes de barro com inscrições cuneiformes sobre a origem da humanidade.
• Criaram os fenomenais projetos arquitetônicos denominados zigurates. Verdadeiros complexos piramidais que englobavam vários módulos de edifícios, abrigando desde templos religiosos até plenários políticos, construídos ao redor de um bloco-célula central e interligados por rampas espirais desde a base até o topo. 

Alguém precisa de mais motivos para considerar os Sumérios um povo estranho e curioso?

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Ex-presidente dos EUA teve três encontros com extraterrestres, diz ex-assessor


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Por Administrator   
14 de fevereiro de 2012

O ex-presidente norte-americano Dwight D. Eisenhower teve encontros secretos com extraterrestres, segundo informou um dos ex-assessores do político americano, Timothy Good.
O político norte-americano Dwight D. Eisenhower
Segundo ele, o ex-presidente teria se encontrado três vezes com seres de outro planeta, na base aérea do Novo México, em 1954, na presença de agentes do FBI. O encontro teria sido marcado por meio do envio de mensagens telepáticas, como informa o jornal britânico "Daily Mail".
Timothy Good é ex-congressista e um dos consultores do Pentágono. Ele fez a revelação ao apresentador da BBC2, Frank Skinner, no programa Opinionated. No ar, ele deixou claro que autoridades em todo o mundo mantêm contato regular com extraterrestres há décadas.
"Aliens têm feito contato formal e informal com os humanos em todo o mundo e em todas as esferas da vida", completou ele.
Eisenhower foi presidente dos EUA de1953 a 1961 e era conhecido pela forte crença na vida em outros planetas e era um grande interessadao em desenvolver o programa espacial dos EUA.
Para encobrir os encontros na época, o governo informou que o ex-presidente estava em uma viagem de férias em Palm Springs, na Califórnia.
Segundo Good, o ex-presidente se encontrou com aliens de aparência nórdica e depois com outros que diziam pertencer ao grupo chamado "Alien Greys".
"Nós sabemos que 90% dos registros de OVNIs podem ser explicados de modo convencional. No entanto, eu diria que milhões de pessoas em todo o mundo já viram, realmente, uma coisa real", diz Good. 

Clarão e estrondo acordam vários moradores da Carolina do Sul


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Por Administrator   
14 de fevereiro de 2012
Tradução: Milton Dino Frank Junior


Este vídeo entrou no YouTube no dia 14/02/2012.

Muitas pessoas em todo o norte do estado da Carolina do sul disseram que eles foram despertados por um grande estrondo e um clarão de luz na manhã de segunda-feira. A maioria dos relatos do fenômeno incomum veio de pessoas que vivem em Cherokee, Spartanburg Greenville e municípios num raio de 200 km de distância.

Os Funcionários do Serviço Nacional de Meteorologia no Aeroporto Internacional de Greenville-Spartanburg disseram que com base nos relatos das testemunhas, o evento foi provavelmente a queda de um meteoro. O Serviço Meteorológico disse que houve um clarão no céu sobre as 1h: 46min da manhã e que eles gravaram um flash muito fraco com suas câmeras.

Um policial de Spartanburg disse ao Serviço Meteorológico que ele recebeu inúmeras chamadas do público. Ele ainda disse que um dos oficiais disse que viu um flash de luz passando por cima de seu carro e que viu várias partes de um estranho objeto se desintegrar no céu.

O morador de Greenville Joseph Fidler enviou um vídeo de segurança de sua casa mostrando uma luz brilhante iluminando seu bairro e um reflexo de um meteoro no o pára-brisa de seu carro.

Stuart McDaniel, de Lawndale, NC, enviou em vídeo que mostra uma bola de fogo enorme cruzando todo o horizonte.

O Dr. Scott Howard, um geólogo que mora na Carolina do Sul e que trabalha no Departamento de Recursos Naturais, disse que as chances de encontrar um meteorito são muito pequenas. Ele disse que apenas seis já foram encontrados na Carolina do Sul, dos quais três foram encontrados no norte do estado.

Howard ainda disse que objetos que entram na atmosfera, conhecido como meteoros, são comuns e são geralmente chamados de estrelas cadentes. Ele disse que quando algo atinge o solo, é que então é chamado de meteorito.



Vejam o vídeo:


sábado, 4 de fevereiro de 2012

Cantor colombiano Juanes diz ter visto ovnis no céu da Suíça


O cantor colombiano Juanes afirmou nesta quinta-feira (2) que no ano passado teve uma experiência "incrível" ao avistar no céu da cidade de Genebra, na Suíça, luzes que formavam figuras geométricas e que "não poderiam ser outra coisa a não ser ovnis".

Em uma entrevista à emissora colombiana 'W Rádio', o músico relatou que o episódio ocorreu em uma madrugada de "agosto ou setembro de 2011" em um hotel de Genebra enquanto afinava seu violão, e afirmou que após isso está convencido de que os extraterrestres visitam a Terra.

"Estava olhando em direção ao céu. Pareciam cinco aviões que iriam aterrissar no aeroporto", disse o cantor, antes de afirmar que "as luzes eram quietas" e não tinham uma forma comum, e por isso imediatamente pensou: "Meu Deus! São ovnis?".

O cantor colombiano qualificou o acontecimento como uma das "coisas que marcaram sua vida".

"Sempre acreditei que existe vida em outras partes da galáxia e que somos uma coisa mínima, de um universo totalmente conectado", declarou o artista.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Círculos de origem não identificada em Minas Gerais


As imagens são de um fenômeno ainda não explicado. Os círculos mostrados surgiram em um platô ao lado do Morro Serrote, acima do motel existente na estrada Caeté-Sabará, alguns dias antes do Natal.

O casal Euclides Rodrigues e Maria José costumam fazer caminhadas no local, periodicamente. Um dia pela manhã eles constataram a novidade, que foi fotografada por Euclides com um celular.

Um círculo, geometricamente perfeito, com cerca de cinco metros de circunferência, é acompanhado por outros maiores.

Na quarta-feira (11/01) à tarde, já no fechamento da edição, o Acontece contatou o secretário de Gabinete, Élmer Pessim, para saber da possível existência de algum projeto público ou privado no local -que havendo seria do conhecimento do governo municipal.

Élmer estranhou a informação, que ele desconhecia, e contatou ainda outros secretários municipais. Não há nenhum projeto em execução ou a ser executado no local que seja de conhecimento do Município.

Euclides, como várias pessoas em Caeté, é aficcionado por ufologia e diagnosticou que as marcas fotografadas são semelhantes a outras catalogadas por ufologistas em outras localidades.

Outras pessoas de Caeté contatadas não tiveram uma explicação para o aparecimento dos círculos no Morro Serrote.

Uma destas pessoas se entusiasmou com a possibilidade de se criar um grupo de ufologia em Caeté, independente de alguma explicação que venha surgir para os “sinais” do Morro Serrote.

É sabido que há um número razoável de pessoas em Caeté com interesse em ufologia e várias histórias são relatadas sem um registro que possa comprovar alguma coisa. Até por falta de demonstração, muitas pessoas reservam a informação para não serem ridicularizadas.

Há histórico antigo de uma luz que é contemplada à noite, passeando sobre a mata à margem da estrada Caeté-Sabará, não muito distante do local das marcas agora fotografadas.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Vídeo mostra OVNI nos céus da Turquia

Um ovni (objeto voador não identificado) foi flagrado em um vídeo na Turquia. As imagens, postadas na web na última semana de 2011, mostram o que mais parece com uma verdadeira nave.

O usuário do YouTube que postou o vídeo é um apaixonado pelo tema. Diariamente, diversas imagens de lugares diferentes fazem a diversão dos internautas. Só este vídeo já teve mais de 3 mil acessos em pouco mais de uma semana.






Os Maias não acreditavam que o mundo iria terminar em 2012
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Por Administrator   
11 de janeiro de 2012



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 Placa do Calendário Maia

Os maias pré-hispânicos tinham uma obsessão pelo tempo. Com uma observação exaustiva dos astros, eles construíam calendários precisos e previam eventos que ditavam a vida de sua civilização. Um registro em especial, no entanto, tem chamado a atenção nos últimos anos. Em um monumento no sítio arqueológico de Tortuguero, no estado de Tabasco, Sudeste do México, uma inscrição do século VII faz referência a uma data: 4 Ajaw 3 K’ank’in, ou, segundo correlações feitas por arqueólogos, 21 de dezembro de 2012. A menção a um dia tão distante da origem do monumento extrapolou o interesse acadêmico. Com a chegada de 2012, ganhou força a ideia de que os maias, com todo seu conhecimento sobre o tempo, teriam previsto uma catástrofe global nesta data. Os especialistas na cultura, porém, asseguram que o fim não está próximo. Várias outras placas recém-descobertas na região revelam uma história sobre renovação de eras que nada tem a ver com um apocalipse.

— A associação do fim do mundo com as profecias maias partiu de grupos místicos que exploram concepções de tempo de culturas antigas para criar uma visão apocalíptica — critica Orlando Casares, arqueólogo do Instituto Nacional de Antropologia e História (Inah) do México.
— Hoje as pessoas se informam com mais facilidade sobre tragédias ocorridas no planeta e buscam uma explicação para esses eventos, mas não existe nenhum argumento científico que comprove que os maias tenham previsto uma catástrofe.

A afirmação dos especialistas se baseia na organização maia do tempo, dividido em eras de 5.125 anos — ou 13 baktunes, períodos de aproximadamente 400 anos cada. O fim de uma era significa o início de outra, em uma visão cíclica de constante renovação comum em várias religiões. Assim, a inscrição em Tortuguero traz, de fato, uma profecia: a conclusão de 13 baktunes marcaria o retorno de uma importante divindade maia, Bolon Yokte, vinculado à criação e à guerra, na data indicada — 4 Ajaw 3 K’ank’in. Desta forma, o 21 de dezembro de 2012 significava para os maias apenas o início de uma nova era e a volta de um deus, e não ao fim do mundo.

— Os maias nunca tiveram uma percepção linear do tempo, como nas tradições judaico-cristãs — explica Casares. — As datas são usadas apenas como referência para indicar as eras que passam. Para eles, o mundo não acabava, e sim o propósito de cada pessoa nele.

O arqueólogo lembra que por muito tempo as inscrições foram um mistério, mas hoje se sabe que nenhuma faz profecias catastróficas:

— As previsões dão recomendações gerais ao povo, desde o nome e o destino de cada pessoa em função do dia de nascimento, até questões mais elaboradas, com base na observação astronômica e da natureza, para saber o que poderia afetar colheitas ou como prevenir-se de secas ou inundações, por exemplo.

O monumento em Tortuguero também cita o governante Bahlam Ajaw (612-679). Ele seria o anfitrião da volta do deus Bolon Yokte, em uma projeção do seu reinado para o futuro. A visão cíclica do tempo levava os maias a acreditarem que, em momentos equivalentes de diferentes períodos, os eventos se repetiriam. Era a partir desse registro que faziam suas profecias, em uma prática que também tinha função política.

— Quando um governante subia ao poder, fazia-se um prognóstico para seu reinado, que sempre era positivo. Era uma forma de legitimar a manutenção de sua linhagem, e demonstrar que o tempo estava ao seu favor — conta Casares. — Daí a obsessão por observar o entorno, para poder antecipar-se aos acontecimentos.

Esse interesse não era só político ou religioso, mas parte fundamental do pensamento maia pré-hispânico. Poucas civilizações deixaram um legado tão importante em áreas como astronomia, matemática e arquitetura. Sua origem remonta aos anos 2000 a 1500 a.C. na Mesoamérica. A localização em uma região tropical, com uma variedade de posições do Sol que podem ser observadas a olho nu, facilitou o desenvolvimento astronômico maia. Mas seu maior mérito está na paciência e na capacidade de elaborar um calendário que foi aperfeiçoado durante 1.200 anos.

— Os astrônomos maias chegaram a cálculos tão precisos que podiam relacionar em um mesmo calendário o movimento solar com o de Vênus, as fases da Lua e as constelações. Para eles, deveria haver uma ordem perfeita no céu — diz Casares.
— Quando as datas do calendário não coincidiam com algum movimento, eles o corrigiam, incluindo ou tirando dias até reencontrar a harmonia. Se algo não saía como previsto, era por vontade dos deuses. O que mais preocupava os maias era entender as mudanças.

A base da contagem do tempo maia é a mesma de outros povos mesoamericanos unidos por um tronco comum, a cultura Mixe-Zoque. Há dois calendários para períodos curtos: um de 365 dias, usado para assuntos civis, e outro sagrado, de 260 dias, para os rituais. A partir dessa ideia, cada cultura fez suas adaptações. Os maias respeitaram a concepção dual, mas marcaram uma data de início, 4 Ajaw 8 Kumku (segundo arqueólogos, 13 de agosto de 3114 a.C.) para as contagens mais longas, separando o tempo em eras de 13 baktunes.

A determinação dessa data para início da contagem, no entanto, ainda é um mistério. Ela poderia referir-se ao dia de passagem do Sol pelo zênite na região onde teria surgido o calendário mesoamericano, ou ser apenas uma escolha arbitrária. O certo é que a contagem de 13 baktunes a partir deste dia concluiria, no tão citado 21 de dezembro de 2012, um marco de fim de era para os maias, mas sem significado para o resto de um mundo, que eles não conheciam.
No ano 4000, um novo recomeço.

Com a conquista espanhola, o calendário maia sofreu tantas alterações que foi basicamente suplantado pelo gregoriano. O calendário ritual, no entanto, ainda é usado nas comunidades maias atuais, o que atesta contra as teorias de colapso dessa civilização. Da época colonial destaca-se um manuscrito, "Chilam Balam", formado por livros sagrados que traziam, entre suas previsões, profecias sobre uma libertação dos maias.

— O documento cita três datas: 1764, 1774 e uma outra que equivaleria a uma terminação em 12, outra referência que poderia ser a 2012 — revela Casares.
— As duas primeiras datas, não por acaso, coincidiram com rebeliões indígenas. Tratava-se de um convite à rebeldia, e a tradição profética se ajustava bem a esses interesses.

Os governantes maias, considerados descendentes dos deuses na Terra, podiam modificar a contagem do tempo segundo suas conveniências. Em Palenque, arqueólogos descobriram uma inscrição sobre a vida do governante Pakal II em que a duração de uma era seria de 20 baktunes, e não de 13. Isso significaria que, para os maias dessa região, a era atual terminaria bem depois do ano 4000, próxima data que pode acabar associada erroneamente pelas futuras gerações a um novo apocalipse.